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janeiro 31, 2017

MOSAICO DE SENSIBILIDADES...



  • É a sensibilidade que torna as pessoas mais, ou menos, humanas...
  • Como idealista que sou, desejo e defendo a sensibilidade no mundo...
  •  Só assim, nossos desejos serão de coração e as mudanças serão sólidas pois terão em seus alicerces, valores nobres...
  • Parece que os sensíveis sofrem mais, mas não...
  • Não é questão de sofrimento, é a capacidade de sentir e a nossa condição humana, que nos permite não passar imunes ao que nos toca...

MINIMIZAR AS DESGRAÇAS...



 
 


  • Há dias em que nos sentimos vítimas...temos uma inacreditável pena de nós próprios...
  • Sentimo-nos vítimas de tudo e de todos, não escapa ninguém, nem nada...
  • Nestes dias a infelicidade, corre atrás de nós, mesmo enumerando uma série de bênçãos...o nosso cérebro recusa-se a racionalizar...
  • Pode ser uma tristeza ,uma irritabilidade à espera de um alvo...mas preferimos encontrar bodes expiatórios para um problema que não somos capazes ou queremos resolver... 
  • Rebobinamos as mesmas lamúrias, por vezes chegamos mesmo ao "fundo do poço", mas se depois tivermos a lucidez de entender que em vez de fazermos "papel de vítimas", ganhamos mais em ganhar coragem e enfrentar os nossos problemas, possivelmente teremos a capacidade de dar a volta...
"Bem aventurados os que nada esperam, porque não serão enganados..."moritz Buch

outubro 26, 2016

VIVERMOS NUS...












  • Falamos de mais... da nossa vida e a dos outros...
  • Partilhamos casamentos, batizados, divórcios, doenças, etc...
  • A prática corrente é fazer juízos de valor ou de carácter sobre os outros...
  • A invasão da vida do outro, destrói o privado, e pior é através do «diz que se diz», que é feita sem o menor conhecimento da vida real ou até das circunstâncias em que o outro se encontra...
  • A imprensa e a internet são o maior veículo de transmissão mas há necessidade de uma responsabilidade individual e dos consumidores...
  • Nesta espécie de modernidade, habituámo-nos a "viver nus"...
«Pomo-nos a jeito e depois queixamo-nos», diz o nosso sábio povo